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 Choupana do Záfir

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AutorMensagem
Delf Dragon



Masculino Número de Mensagens : 921
Idade : 43
Localização : Jundiaí
Data de inscrição : 10/08/2009

MensagemAssunto: Choupana do Záfir   Seg 4 Jan - 16:11

Características Básicas
• Nome: Záfir
• Jogador : Delf
• Sexo: Masculino
• Nível: 01
• Raça: Humano
• Classe : Clérigo
• Idade Aparente: 19

Atributos Físicos
• Altura: 1,60m
• Peso: 75 Kg
• Aparência: Olhos negros, iris vermelha, pele negra, careca (raspado, cabelo negro), musculoso, imortal (explicado na historia), usa sempre uma capa com capuz cinza, com aparência bem velha, o capuz tem um véu negro que encobre seu rosto, carrega um bastão de metal, que vira uma foice (vide história).

Atributos Psíquicos
• Temperamento: Calmo, sarcástico, orgulhoso, neutro.
• Afinidade: Não tem
• Aversão: Mortos-vivos
• Aptidão: Lutar contra mortos-vivos (vide história)

Personagens que o acompanham:
Nenhum.

História:

Vivia em uma fazenda próximo a Turnurulon, como todo nascido lá, teve treino desde pequeno, se tornou um hábil manejador de bastão e sua esposa uma arqueira excepcional, logo sua filha estaria na idade de ser treinada, vivia bem cultivando vegetais para cidade da Mãe.
Mas uma guerra mudou sua vida, sua fazenda foi atacada, lutou bravamente contra os filhos da luz, via vários caindo pela habilidade de sua esposa, defenderiam aquela terra da Mãe, mas então parou os abatidos por flechas, enquanto derrubava mais alguns, viu sua esposa ao chão.

Não pensou duas vezes, correu até ela, mas antes que chegasse a mão dela apontou a casa, sua filha estava desprotegida, correu pra casa e a pegou, enquanto tochas voavam sobre seu telhado de palha, saiu correndo, sua filha de um ano chorando em seus braços.

Uma escolha maldita o destino colocou em suas mãos, salvar a filha ou arriscar tudo pela esposa...

Ele ainda vê quando olha para o entardecer, as chamas que consumiram sua esposa e vida.

Correu, fugiu, correu, se escondeu, correu, fugiu, correu, correu.

Passou um mês, dois, não se sabe, o tempo perde a importância na dor, mas então conseguiu se fortalecer, pois criaria sua filha, que era uma parte viva de sua amada, o melhor dos dois estava naquela pequena, conseguiu fazer outra casa, outra plantação, agora plantava só pra si e caçava alguns animais, quatro anos se passaram, como a lua sobre o céu negro estrelado.

A menina agora corria, brincava e começava a aprender a mexer num arco, não seria um mestre como sua esposa, na verdade era péssimo, mas acreditava que sua amada nos seios da mãe, daria um jeito de ensinar a verdadeira arte a sua filha.

Então numa noite, Lótus apareceu, seu cabelo negro até a cintura, seus lábios de um vermelho que trazia a luxúria a alma, seus olhos amendoados o qual ele se apaixonara, estava ela ali, uma ilusão, um presente da Mãe, não sabia mas lá ela estava, como ele havia gravado no mais intimo de seu coração.

Mas antes que pudesse conversar, ela o derrubou, não entendia nada, então se levantou e foi jogado a porta, que veio abaixo, abrindo a casa e a pequena Julia saiu, seus olhos assustados, seu pai ao chão e a sua frente um ser que nunca vira ou se lembrava, mas logo estava levantada pelo cabelos negros, chorando e o ser a olhava, achará aquilo que seria sua demonstração de mudança e status perante a deusa e Mãe, sua presas cravaram naquele pequeno pescoço.

Foi quanto Lótus sentiu seu corpo ser perfurado, por um pedaço de madeira, era seu amado que tentará perfura seu coração, mas lhe faltará a coragem para ir até o fim, a criança caiu ao chão, Lótus saltou para trás e fugiu.

Já era manhã, Záfir cuidava de Julia, mas sabia que ela havia perdido muito sangue, não havia nenhum clérigo por perto, mas ele ficava ali ao lado dela, já era meio-dia quando um velho usando uma capa cinza e apoiado num cajado de metal, chegou perto, sem nada Záfir dizer, ele começou a falar:

- Sua filha foi ferida por uma das crias de Gorgona, ela não é mais quem você conhecia e agora sua filha está contaminada e seguira o mesmo caminho...

As lágrimas que até então contidas, saíram em abundância, a dor quase esquecida voltou em sua fúria, mas o velho continuou:

- Posso salva-la desta maldição, pois Grikar te olhou com bons olhos e a mando dele aqui estou, posso dar-lhe o descanso verdadeiro.

Záfir sabia o que se referia, então outra vez o destino punha uma escolha maldita em suas mãos, mas com um ultimo afago, um beijo na testa de Julia, a carregou até o velho e disse:

- Faça a descansar...

Ele sentiu quando sua vida se foi e seu corpo ficou mole em seus braços, então no meio da dor o velho falou:

- Estou indo, mas te deixo uma escolha, morrer pelas mãos daquele maldito ser que aprisionou a alma de sua amada dentro dela, a faz sofrer dia e noite, lhe negando o descanso verdadeiro que Grikar dá ....

Então jogou ao chão a capa e o bastão e continuou:

- Ou se tornar o ceifeiro do poderoso e eterno Grikar, trazer de volta as almas que lhe foram roubadas pela escuridão e pela luz, serás imortal e poderás ver a data que os seres vão morrer, poderá se quiser com um dia de antecedência ceifar uma vida que assim achar necessário, nenhum morto-vivo pode ser polpado...

Sem mais ele desapareceu, a duvida corria seu coração, mas então Lótus apareceu querendo a menina, as palavras do velho ainda estavam em seus ouvidos, quando ele pegou o bastão e virou rapidamente contra a cabeça de Lótus para faze-la desmaiar, o bastão abriu uma lamina escondida, formando uma foice e cabeça de Lótus caiu, instantaneamente seu corpo virou pó.

Záfir havia feito a escolha, colocou a capa, cobriu sua cabeça, pois não queria nem o brilho do sol e nem da lua a toca-lo, pois ambos eram ladrões das almas do seu mestre...

Grikar olhava para seu ceifeiro, será que ele deveria ter avisado sobre a imortalidade, que ele ainda morreria mas voltaria a vida dentro de minutos mortais, que sentiria toda dor de ossos quebrados, carne rasgada, veneno correndo suas entranhas, mas voltaria a viver, não, ele aprenderá com o tempo que tudo tem um preço, até o erro de se apaixonar por um morto-vivo, isso seria sua destruição...

No caminho viu um guerreiro e duas moças, pode ver que morreriam amanhã e teve um deslumbre de suas mortes terríveis, resolve poupa-los e mata-los a li mesmo, foi quando sua foice bateu contra armadura e nada fez, não a perfurou como uma celestial deveria ter feito, sentiu quando o guerreiro defendo as donzelas, cortou lhe uma das mãos, então a espada entrou me suas entranhas, ele caiu derrotado, eles se foram, deixando aquele louco no chão, foi uma hora de agonia e dor, então morreu, após dez minutos ele voltou como se nada acontecerá, mas ainda se lembrava da dor e agonia, daqui para frente seria mais sábio em suas decisões, pelo menos tentaria e procuraria entender melhor sua arma, tão eficaz contra um morto-vivo e tão comum perante um ser vivente.

Záfir continuou a caminhar, sem rumo, destruiu alguns esqueletos que teve a alegria de encontrar e devolver as almas a Grikar, até que chegou no que parecia uma vila, lá achou melhor descansar, fez uma pequena e simples choupana para protege-lo do sol e lua e lá se abrigou...
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Choupana do Záfir
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