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 Qualquer lugar sob as estrelas [Maedhros]

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AutorMensagem
Maedhros



Masculino Número de Mensagens : 6
Data de inscrição : 04/08/2015

MensagemAssunto: Qualquer lugar sob as estrelas [Maedhros]   Ter 4 Ago - 10:10

Características Básicas

•         Nome: Maedhros

•         Jogador: Arvedui

•         Sexo: Masculino

•         Nível: 01

•         Raça: Elfo

•         Classe : Bardo/Guerreiro/Mago

•         Alinhamento: Neutro

•         Idade Aparente: 22 (Idade real de 120 anos)

Atributos Físicos

•         Altura: 1.80m

•         Peso: 75kg

•         Aparência: Ruivo, olhos cinzentos, pele esbranquiçada. Compleição física mediana, nem magro demais, nem gordo. Corpo esguio e movimentos leves.

•         Temperamento: Extremamente contemplativo e sereno a maior parte do tempo, raramente saindo do sério ou perdendo a calma. Prefere ouvir antes de falar e ponderar antes de tomar ações precipitadas.

•         Afinidade: Quaisquer seres viventes que, como ele, estejam buscando aprimoramento. Obviamente, aprecia os músicos e a boa música.

•         Aversão: Não cultiva aversões específicas, embora não goste de violência gratuita. Contudo, busca sempre compreendê-la antes de a ela se opor.

•         Aptidão: Manejo da espada longa e prática do alaúde.


Foto do Personagem




Personagens que a acompanham (não jogadores)
Nenhum


História

"O mundo é um lugar imenso e cheio de mistérios", era a frase que Maedhros mais ouvia de seu pai. Maegor fora um pai severo, um elfo duro moldado para a batalha, em um tempo no qual as guerras eram a regra, e a paz, a exceção. Desta feita, quando seu filho Maedhros veio ao mundo, naturalmente projetou nele as mesmas características, desejou que o filho fosse também um grande guerreiro, alguém que pudesse impor sua vontade por meio da força. Maedhros, contudo, nasceu sob um signo diferente daquele de seu pai. O garoto nascera à noite, sob a luz das estrelas. Amava essa luz e toda a poesia que dela emanava. Sempre se sentiu melhor à noite, momento em que transbordava de inspiração e emanava poesia de todos os seus poros.

Aprendeu, obviamente, a dominar a espada longa, arma preferida de seu pai, arma com a qual o grande Maeglor se tornou um dos maiores guerreiros de sua comunidade e de seu tempo. Maedhros, muito sábio, percebeu que o caminho da espada era, também, um caminho válido, mas em hipótese alguma era o único caminho rumo ao aperfeiçoamento espiritual, mental e físico. O jovem era demasiado inteligente e irrequieto, jamais desejou limitar-se apenas ao caminho da espada, embora a severidade de seu pai lhe incutisse a refinada habilidade de um bom espadachim.

Contudo, da mãe Maedhros ganhou o gosto pela música, embora sua matrona houvesse perecido cedo demais, vítima da tristeza que, por vezes, abala os elfos em suas longas vidas contemplativas. Deixou-lhe, contudo, a avidez pela linguagem e sentimentos próprios que a música poderia proporcionar. Ainda jovem Maedhros descobriu o encanto suave dos acordes doces do alaúde, e rapidamente incorporou aquela prática a seu ascetismo diário com a espada. Enquanto sua espada vertia o sangue dos inimigos nas lutas que eram necessárias, sua alma embevecia-se na doce profusão de música que emanava das cordas do alaúde, embora constantemente fosse repreendido pelo pai, que via no estudo da música o desperdício de um tempo que poderia ser melhor aproveitado no estudo da esgrima.

Maedhros, contudo, jamais planejou ser um elfo convencional, preso em uma vida convencional, vivendo uma eternidade convencional. Seu espírito ansiava pelo mundo na mesma proporção em que sua mente aguda se desenvolvia. Sempre que mencionava para o pai o desejo de empreender viagem pelo mundo, ouvia a mesma velha frase, dita de forma enigmática e ameaçadora por alguém que já havia saído das fronteiras da comunidade élfica para conhecer parte do mundo durante as guerras. Contudo, Maedhros sabia que, no momento em que decidisse efetivamente partir, seu pai não faria oposição. Todos os elfos têm em si muito claras as noções de futuro e destino. Maedhros estava destinado a percorrer o mundo aprimorando sua música e sua esgrima.

Assim sendo, um belo dia, anos atrás, o jovem elfo deixou todo o seu presente para o passado e resolveu percorrer as estradas do mundo em busca do futuro. Levando apenas um alaúde ao ombo e uma espada à cintura, iniciou sua longa peregrinação, sem saber se um dia voltaria àquele belo lugar que era sua casa.

De imediato, o mundo mostrou-se um lugar rico em conhecimento. Maedhros travou contato com inúmeras pessoas, algumas apenas charlatãs naquilo que fazia, outras definitivamente habilidosas. Descobriu, também, a sutil arte da magia - que, naturalmente, emana de todo elfo que a busca -, à qual tem também se dedicado, em busca de um intelecto superior. Leu bastantes livros, escutou bastantes músicas, travou duelos - quando necessários, embora tente evitar ao máximo -, ouviu sábios falando, contestou aqueles que achou tolos, percorreu milhas e milhas, vivenciou sol, chuva, vento e neve, sempre certo de que seu corpo necessitava da espada, sua mente da magia e seu espírito da música.

Magia, espada e música, essas eram suas unidades componentes. Não havia nada no mundo - pensava - que não pudesse ser compreendido valendo-se da filosofia contida nesses três conceitos: espada, magia e música. Embora já esteja há alguns anos peregrinando pelo globo, Maedhros sabe que ainda há muito o que ver e aprender, sua sede de conhecimento e sua curiosidade são infindáveis, assim como seu desejo por viver aventuras que lhe permitam o aperfeiçoamento físico, espiritual e intelectual. Assim, com espírito viajante e habilidades peculiares, o elfo tem percorrido caminhos por vezes perigosos, mas sempre belos e ricos em aprendizado e lições valiosas.


Última edição por Maedhros em Ter 4 Ago - 18:55, editado 1 vez(es)
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Maedhros



Masculino Número de Mensagens : 6
Data de inscrição : 04/08/2015

MensagemAssunto: Re: Qualquer lugar sob as estrelas [Maedhros]   Ter 4 Ago - 10:31

A cortina de estrelas que cobria o céu naquela noite era de uma beleza estonteante. Maedhros, levado pelo clima do momento, sentou-se sob a grama verde e, esquecendo-se da sopa de legumes que deixara cozinhando na fogueira, tocou uma melodia condizente com aquele maravilhoso manto negro. A lua nova, ainda tímida, tornava a noite mais escura e as estrelas mais brilhantes. Uma sucessão de acordes maiores, pontuados aqui e ali por alguma dissonância - haja vista que mesmo a beleza da noite apresentava perigos - se fez ouvir nas colinas próximas à pequena vila de casebres que existia ali próximo.

Maedhros já estava andando há dias quando avistou aquele pequeno povoamento e, subitamente, sentiu vontade de descansar e deixar sua música fluir. Como sempre, era durante a noite que costumava sentir-se mais inspirado, embora a beleza daquele pequeno pedaço de chão fosse suficiente para inspirar até uma rocha. O elfo não cantava qualquer letra inteligível, apenas vocalizava uma melodia condizente com a harmonia tocada no alaúde, apresentando um espetáculo digno da beleza daquela noite. Todos os sons das florestas e colinas ao redor pareciam harmonizar-se com os acordes tocados. Toda a paisagem que circundava a pequena fogueira do elfo parecia retumbar em vida e frescor, cantando, juntamente com a pobre vocalização de Maedhros, uma maravilhosa canção de noite e vida.

"Mas que lugar agradável... eu poderia viver aqui por um tempo. Quem serão as pessoas nos casebres? Teriam algo para me ensinar? Bom, creio que cedo ou tarde descobrirei...

Sem se perder em grandes ponderações, o elfo continuava simplesmente deixando a música fluir. A brisa que soprava na noite parecia, também, seguir o som dos acordes: mais suave, aconchegante e constante nos acordes maiores; mais sombria, gelada e revolta nos acordes menores. A pequena clareira em que estava o elfo parecia se revolver toda, dançando ao som da música. Para um observador que estivesse olhando de longe aquela clareira, pareceria que uma orquestra de árvores e animais noturnos acompanhava o som do alaúde, que, incrivelmente, reverberava por toda a extensão daquelas terras.

Imerso na música, Maedhros viu a noite chegar, suave e sincera como uma mãe, e ir-se embora, sutil e furtiva como uma amante. Não viu o brilho das estrelas esmaecer e o brilho quente do sol despontar nas colinas próximas, vindo do leste. Apenas quando seus dedos ficaram dormentes e em sua nuca o calor de um novo dia despontou é que o elfo então percebeu que havia tocado por horas a fio. A fogueira já se apagara, o cozido na pequena panela já secara e queimara. O elfo arfava em êxtase, como se houvesse passado a noite nos braços de uma amada. Havia diante de si um céu ainda imerso numa mistura de azul e violeta. A noite indo embora enquanto o dia, de mansinho, chegava.

E aquele, para o elfo, seria sem dúvida um dia cheio de possibilidades e expectativas. Maedhros pôs-se a tentar recuperar algo do cozido, embora não sentisse fome. Em seguida, pegou sua espada e iniciou seus treinamentos físicos, estudando postura e movimentos. Aguardaria naquele local até avistar algum dos moradores da vila, a fim de que pudesse enfim travar contato e, quem sabe, aprender algo de novo.

Um dia sem aprendizado era um dia vazio.


Última edição por Maedhros em Ter 4 Ago - 18:59, editado 1 vez(es) (Razão : Correção de erros ortográficos e gramaticais)
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Tatsu



Masculino Número de Mensagens : 8
Data de inscrição : 03/08/2015

MensagemAssunto: Re: Qualquer lugar sob as estrelas [Maedhros]   Dom 9 Ago - 5:05

Tatsu caminhava pelas colinas, numa madrugada tranqüila, que já se transformava numa bela manhã. Nem quente, nem fria. Agradável. Um sol aconchegante combinado ao frio matinal.
Tatsu gostava de caminha a noite, pensar, explainecer. Foi numa dessa andanças que o som melódico de um alaúde, vindo de uma clareira perto da cidade. Sem correr, aproveitando a música, Tatsu se encaminha para a fonte do som.
Chegando no local, se depara com um pequeno acampamento, no centro do qual um elfo dedilhava o instrumento e parecia perdido em seus pensamentos.
Mais a frente uma fogueira com uma panela expelia uma densa fumaça mostrando q algo havia sido incenerado.
Tatsu continuou apreciando a música, até o entrando voltar a si e de pé, começar a comprie obrigações rotineiras.
Tatsu então avança do local em que estava atrás das árvores e diz:
-olá estranho. Que mal lhe pergunte:quem você? Qual se nome? Donde ven e para onde vai?
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Maedhros



Masculino Número de Mensagens : 6
Data de inscrição : 04/08/2015

MensagemAssunto: Re: Qualquer lugar sob as estrelas [Maedhros]   Seg 10 Ago - 7:02

Maedhros nem notara a aproximação de seu visitante, o que provava que aquele homem não era um aldeão qualquer. Sabia muito bem esconder sua aproximação. Logo, o elfo achou bem-vinda a oportunidade de travar o primeiro contato com os moradores daquela estranha localidade. Tudo ali parecia saudosista e organizado, embora o elfo não imaginasse o porquê. Então, interrompendo seu treino de posicionamento e postura com a espada, olhou para o recém-chegado e falou com sua voz característicamente melodiosa:

- Salve, caminhante! Bom ver que há moradores nestas paragens. Chamo-me Maedhros. Sou apenas um bardo andarilho. Venho de nenhum lugar específico, e vou para lugar algum que eu já conheça! E você? O que pode me dizer desse local e de sua pessoa?
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Tatsu



Masculino Número de Mensagens : 8
Data de inscrição : 03/08/2015

MensagemAssunto: Re: Qualquer lugar sob as estrelas [Maedhros]   Dom 16 Ago - 14:08

Tatsu saúda o visitante, curvando-se levemente enquanto diz:
-Que rudez minha...meu nome é Tatsu, é um prazer. Sou um homem sem passado, que não liga muito para o futuro. Na minha terra me chamam de Ronin, porém aqui esse termo não faz muito sentido.
Observa um pouco o bardo e prossegue:
-Bem, aqui é apenas um último refúgio, para aqueles que perderam tudo com a guerra e querem apenas recomeçar...sendo você um bardo, seu talento, pelo que já observei seria muito bem vindo na taverna...pelo horário, Cassandra, a proprietária já deve te-la aberta...porém antes, eu devo antes fazer uma coisa.
Tatsu da um assovio, um silvio longo e agudo, porém não muito alto.
Após alguns momentos, pelo mesmo caminho que Tatsu veio, surge um pequenino filhote laranja de tigre, não maior que um gato grande, o qual Tatsu pega e põe por dentro de sua roupa, deixando apenas a pequena cabeça felpuda de fora, como se fosse um medalhão.
-Tudo pronto. Bom, lá na taverna porei falar melhor...vamos?
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Maedhros



Masculino Número de Mensagens : 6
Data de inscrição : 04/08/2015

MensagemAssunto: Re: Qualquer lugar sob as estrelas [Maedhros]   Qui 20 Ago - 7:03

Maedhros estudava os gestos, feições e palavras do recém-chegado. Sentia por ele certa empatia, parecia alguém que, como o próprio Maedhros, procurava nas estradas e confins do mundo uma resposta para uma pergunta indizível. Simpatizou, portanto, com aquele homem. O convite para visitar uma taverna que o elfo sequer sabia existir era, sem dúvida, bem-vindo. Lá, poderia mostrar sua arte a quem quisesse contemplá-la, ou poderia, quem sabe, conhecer o restante das pessoas daquela vila.

- Seu convite vem em boa hora, companheiro! Muito prazer em conhecê-lo. Já que insiste, irei conhecer a taverna. Vamos em frente!

*Off*

Estou indo pro tópico da taverna, postar lá.
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MensagemAssunto: Re: Qualquer lugar sob as estrelas [Maedhros]   Hoje à(s) 9:07

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Qualquer lugar sob as estrelas [Maedhros]
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