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 Toca - Deóris

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AutorMensagem
Deoris

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Feminino Número de Mensagens : 5
Data de inscrição : 03/08/2015

MensagemAssunto: Toca - Deóris   Seg 3 Ago - 14:32

Características Básicas
• Nome: Deóris Adsartha
• Jogador : Lady Shadow
• Sexo: Feminino
• Nível: 01
• Raça: humana
• Classe : Xamã
• Idade Aparente: 30
Atributos Físicos
• Altura: 1,60 cm
• Peso: 48 kg
• Aparência: pele muito clara e tatuada em tons de azul cobalto, cabelos negros (entremeados de folhas, galinhos, dread's), mãos bastante judiadas e com as juntas engrossadas, CEGA.
Atributos Psíquicos
• Temperamento: incerto, aparentemente as fases da lua influenciam muito no humor de Deóris, mas em noites claras ela é bastante sociável)
• Afinidade: plantas no geral e pequenos animais invertebrados (cobras,lagartos...)
• Aversão: multidões, aparentemente a falta de visão fez com que ela desenvolvesse uma audição sensível. O que a faz evitar dias de mercado ou grandes junções de pessoas barulhentas.
• Aptidão:conhecimento de plantas e seus usos medicinais (pelo gosto e cheiro), poções alopáticas, fluxos de energia vital por pontos de pressão.

Foto do Personagem



Personagens que a acompanham (no momento, nenhum)

História


O que falar sobre o nascimento de uma criança, além de que, era noite e a Guerra ainda estava em seu apogeu. Quando os mortais lutavam em nome dos deuses e o mundo ruiu e de despedaçou na vã ilusão de que isso os aproximaria de uma verdade divina... Na verdade nada existe ou deve ser dito deste momento, pois o nascimento de Adsartha (Filha da estrela Vermelha - no antigo élfico) pouco significou pra ela ou qualquer coisa que ela se lembre desta época. O que mais tem valor, o momento que realmente conta como seu nascimento, é quando compreendeu o mundo a sua volta e esse mundo só tinha um significado... Dor.

Deóris é o primeiro nome de que ela  recorda se, o nome murmurado nas noites do cárcere, quando os orcs arrasaram tudo num raio de quilômetros ao redor de tudo que ela um dia poderia ter chamado de lar. Sem mãe, sem pai, nada além de uma velha mulher que a alimentava com migalhas e alisava seu cabelo cantarolando até o último suspiro que não deve ter durado mais do que alguns meses. Escravidão, mutilação e vergonha se seguiram ao longo do tempo. Período de dor e abandono suficientes para que nem mesmo a criança, se desse por  conta de que os anos passavam e que ela crescia e ganhava força nos braços e pernas que podiam carrega-la para longe, foi nessa época que ouviu seu nome de nascimento pela primeira vez (se é que de fato o nome era seu).

Numa troca de escravos, alguém parece ter reconhecido nos traços de Deóris a lembrança de um tempo a muito passado, o nome foi gritado em meio ao tumulto que  formava se na feira, moedas foram trocadas, sangue foi derramado e ela e um lote de escravos foi passado de uma mão para a outra e tudo tomou o rumo da estrada mais próxima. Choros e súplicas seguiam a longa estrada, como era habitual, a muito que a "rotina" se mantinha estática naqueles 10 anos pós-guerra e nada parecia mudar no fato de que alguns nasceram para suportar a dor e outros para infligir.

Na noite em que a caravana de escravos parou, a escrava pequena e mirrada deu-se por conta de que estava tão magra, que as algemas de suas mãos caiam-lhe frouxas o suficiente para que se soltar não fosse um esforço. Ela aguardou, até a escuridão ser tão profunda, que nem mesmo a luz da fogueira de seus novos donos era suficiente para iluminar além do seu próprio círculo. Ela escapou sorrateira, envolta nos parcos farrapos que cobriam a carcaça que ela chamava de corpo e sem olhar para traz. Deóris correu até que seus pulmões ardessem com o esforço de inspirar e até que seus pés estivessem tão feridos que nada além de um rastro de sangue identificasse a sua passagem... Essa fuga durou até os primeiros raios de sol, quando ela foi alcançada por guardas nada felizes em ter de cavalgar ao encalço de alguém tão pequeno e fraco com ela.

Deóris chutou e mordeu, sibilou e uivou em protesto a tortura, mas de nada adiantou enquanto quebravam seus dedos das mãos e dos pés como retaliação a fuga, mas tudo explodiu em vermelho, negro e silêncio com a última visão que teria daquele dia, ou de qualquer outro, de sua vida.

... O tempo passou, e o som voltou aos poucos, com cheiros limpos e mãos suaves e firmes. O frio foi deixado para trás e a confusão daquele dia, pouco a pouco se aclarava na memória e na mente, pouco habituada ao silêncio ordeiro e a maciez seca de um catre, Deóris levou tempo para assimilar, que ela não estava morta muito menos de volta às fileiras de escravos, que nada parecia tencionar ferir-lhe ou assolar sua alma. Tudo o que conhecia, lembrava ou sentia tinha relação com o presente ou com um possível futuro, mas nunca com o passado que já parecia pertencer a outra pessoa, até o silêncio perpétuo de onde estava parecia-lhe estranho e desconcertado, o som cristalino de água passou a fazer parte da sua percepção aos poucos. Gradualmente Deóris começou a assimilar o som com um local e o local com uma posição definida e certa, isso aos  poucos passou a fazer um sentido tudo próprio de segurança a atual situação, mas a imagem, nunca mais fez parte de sua realidade.
Sem visão e sem sons humanos aparentes, ela passou a aventurar-se em sentar no local onde estava e algum tempo depois a erguer-se e tentar caminhar, com passos débeis e vacilantes, como um recém-nascido (o que não deixava de ser uma nova realidade). Um tempo indeterminado se passou sem que ela fosse além do entorno de onde dormia e durante todas essas pequenas e rápidas incursões, os sons que captava eram sempre puros e naturais, nunca lembrando a pessoas ou outras formas que ela tivesse conhecimento. Embora ela continuasse a ser alimentada e tratada, palavra não eram ditas, por mais que Deóris tentasse, o máximo que conseguia com suas tentativas, era pequenos suspiros cansados e “palmadinhas” confortadoras em suas costas.

As caminhadas em torno do catre se tornaram mais longas e em áreas mais amplas, aos poucos ela conseguiu delimitar que onde se encontrava podia ser chamado de casa e que a mesma tinha aclives e declives, que acompanhavam o terreno e que o clima e a natureza do entorno, tinham livre acesso ao interior do local. Deóris passou a perceber a floresta e suas pequenas oscilações de temperatura e umidade, assim como a aproximação de pequenos animais e répteis que vaziam “visitas” ao local. Certa vez ela conseguiu sentir a proximidade de quem guardava a sua recuperação e parecia guiar seus passos nessa nova vida, a “pessoa” era pequena e encurvada, de cabelos secos e pele enrugada e nodosa, um suspiro de compreensão e aceitação partiu de ambas. Deóris passou a assumir que quem quer que fosse, sua salvadora (criatura ou não) merecia tanto respeito e apreço quanto qualquer outra pessoa que tivesse um dia dividido a ração ou um trapo com ela, durante seu período de escravidão.




Pouco à pouco os outros sentidos foram suprindo a ausência da visão, os passos antes vacilantes passaram a ser firmes com a ajuda de um bastão; E as plantas, sementes e raízes pareciam tomar outra dimensão no dia a dia de Deóris, tudo se encaminhou para um aprendizado gradual e empírico assim como a medida que sua independência, apesar da deficiência, se tornava clara a presença do outro individuo se tornava menor e menos frequente, até o dia em que Deóris deu-se por conta que não mais existia. Acreditando-se abandonada, este foi o primeiro dia de incursões longas e mais ousadas, com a descoberta de sons humanos a norte e a sul, e posteriormente um vilarejo nos arredores. Assim sendo, Deóris passou a ser uma figura vista, com alguma frequência, nos arredores da cidade pelos moradores, que associaram a presença da mulher com a ausência da antiga Guardiã dos ossos que vivia na floresta, como uma possível sucessão natural da velha e carcomida senhora pela silenciosa mulher.

Hoje Deóris presta alguns “serviços” aos que a procuram na floresta, seja com beberagens e emplastros, como com nascimentos e mortes da aldeia, ela continua sendo de poucas palavras e sua voz tende a ser rouca e baixa, pela falta de uso. Nunca sendo rude ou má em sua essência de comportamento, mas esquiva e dada a longos períodos de ausência, quando se embrenha nas matas que rodeiam a região. Ela continua sendo um mistério para si e para os moradores do vilarejo, mas o certo é que a ausência da visão não a deixa inapta a ser últil ou a incapacita a atividade a que ela tem se proposto a fazer, desde que a antiga Guardiã partiu.
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Deoris

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Feminino Número de Mensagens : 5
Data de inscrição : 03/08/2015

MensagemAssunto: Re: Toca - Deóris   Seg 24 Ago - 9:08

Onde antes existia um bosque contornado por estradas de passagens e um antigo vilarejo, hoje nada mais é visível sem que se saiba onde procurar. A floresta tornou a ocupar seu lugar de direito, e a paisagem tornou-se selvagem com o passar do tempo, raízes e árvores tornaram a ocupar seus lugares em meio ao crescimento desordenado e revigorante, que a natureza encontra para sarar suas próprias feridas.
As poucas trilhas e picadas que existem, são normalmente usadas por pequenos animais que ainda não abandonaram por completo essa região fria e inóspita, assim como alguns poucos aventureiros e caçadores que se embrenham por essa região,por um motivo ou outro. O certo é dizer que, o carvalho que serve de abrigo para Deóris está em algum lugar ao extremo norte de onde a nova vila se instalou. A árvore não é difícil de ser encontrada, visto o tamanho e robustez de sua copa e tronco...



Alguns antigos moradores dizem que o carvalho era parte de um completo de moradas que a muitos séculos foi abandonada, por quem ou por que razão, ninguém sabe ou parece se importar, o certo é que entrar nas ruínas não parece ser boa ideia, visto que com frequência serve de abrigo para lobos e outros tipos de predadores... A grande questão é, como Deoris consegue entrar e sair de lá sem se perder ou ser devorada.
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Deoris

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Feminino Número de Mensagens : 5
Data de inscrição : 03/08/2015

MensagemAssunto: Re: Toca - Deóris   Qua 2 Set - 11:22

A noite se estendia como tantas que Deóris já perdera a conta dos dias de quietude e calmaria serena que o inverno trazia a essa época... A brancura que devia cobrir essa parte da floresta deveria ser quase hipnótica, se a memória dela não falhasse, o tipo de brancura que convida os fugitivos a deitarem junto as raízes mais grosas, das árvores mais velhas para fechar os olhos e nunca mais ver a feiura do mundo.

O vento trazia a voz da floresta em sussurros lamentosos e distantes, a medida que penetrava pela capa de couro, que barrava o frio de entrar tronco a dentro,  pela árvore oca e insondável. No centro cavernoso que se estendia, Deóris havia feito uma fogueira tímida e atiçava suas chamas com uma longa haste de metal, tentando espantar o frio que parecia agarra-lhe os ossos.

- Se continuar a bater os dentes desta forma, vou acabar banguela antes de ficar com cabelos brancos...

O pensamento a assolou, enquanto puxava para mais junto do corpo os trapos e peles, que lhe serviam de roupa e abrigo. Engraçado, ela não fazia ideia, se já tinha cabelos brancos e a simples menção deste resquício de uma vaidade que nunca existiu, fez com que um sorriso meio torto se formasse em meio a penumbra do local.

Um farfalhar mais insistente, fez com que a cabeça da mulher se voltasse em direção da porta rudimentar de peles, ela cuidadosamente baixou a mão em direção ao chão de terra batido e aguardou por um momento breve, para logo sentir as escamas gélidas em contato com sua pele:

http://s19.photobucket.com/user/travisdimler/media/20080524_4542_red_solling_JPG_small.jpg.html

- Então, terei companhia para esta noite, meu pequeno escamoso?!?

O pequeno lagarto das estações se acomodou na palma da mão de Doris, sondando o terreno com a língua bifurcada que saltava vez ou outra de sua boca, antes de subir pela manga e esconder-se em algum lugar dentro das dobras de roupas, deixando para trás algo viscoso e denso, no seu rastro. Deóris esfregou os dedos um contra o outro, testando a consistência, antes de levar os dedos ao nariz e depois à boca:

https://pixabay.com/p-743036/?no_redirect

- Sangue... Isso não é bom...
 
Ela balbuciou, enquanto tateava em busca de seu cajado e saia para a noite da floresta. Onde a sangue, pode haver alguém ferido. Deóris tinha certeza de ser alguém e não alguma coisa, pois o gosto e o cheiro do sangue de gente é inconfundível e ela tinha certeza disso.
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Artorius

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Masculino Número de Mensagens : 14
Data de inscrição : 31/07/2015

MensagemAssunto: Re: Toca - Deóris   Qui 10 Set - 15:24

Um pequeno barulho de galhos e folhas sendo pisoteadas e o tilintar de algumas coisas pequenas metálicas como anéis ou algo semelhante pode ser ouvido pela Xamã. Passos lentos e cuidadosos, o aroma que o intruso emanava era agradável e pelo toque ao solo não era nenhuma mulher e o peso era de alguém alto e talvez forte.

-Algo a perturba?

Sua voz era forte e imponente, não restava duvidas que era um homem. Artorius aproximava-se daquela mulher estranha, seus gesto não era de todo rude e sua postura não demonstrava rancor ou malicia.

-O que faz sozinha neste lugar?
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Deoris

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Feminino Número de Mensagens : 5
Data de inscrição : 03/08/2015

MensagemAssunto: Re: Toca - Deóris   Sex 11 Set - 13:29

Ainda de costas, dentro do tronco robusto do carvalho Deóris juntava em um saco puído algumas ervas, quando sons se fazem presentes, alguém se aproximava e era pesado e cauteloso.
Ela sai da toca, curvada e com passos firmes, de quem conhece o caminho a percorrer, mas antes de contornar a frondosa árvore, a voz se espalha, chegando a ela... 50, talvez 60 metros a direita:

– Algo a perturba?

Deoris pondera antes de se virar em direção a voz, a mente da mulher passa a fazer considerações e palpites enquanto a cabeça se move em direção ao som. ( Homem,  entre 1,80 e 1,90, pesado... Jovem)

  - Tudo pode perturbar, se você não souber o que pode encontrar.

Ela se volta, ficando frente a frente com o homem, a apenas alguns passos largos de distância, Deoris segura o cajado com uma das mãos, enquanto ajeita a sacola sobre o ombro livre, os olhos opacos e leitosos parecem ver Artorius pois o fitam diretamente, sem se fixar diretamente em ponto algum de sua pessoa. Um sorrisinho se desenha, meio escondido entre os cabelos e as peles que servem para manter o frio afastado, quando ele pergunta ...

– O que faz sozinha neste lugar?

 - Eu poderia fazer a mesma pergunta, visto que está desacompanhado... O que procura num lugar como este e sozinho ?

O tom não é de surpresa ou repreensivo, em verdade, soa como se a mulher soubesse a resposta que Artórius pudesse dar, fosse à resposta que fosse. Ela muda o apoio do corpo, passando o peso de uma perna para outra, como se estar de pé fosse incomodo e pisca uma ou duas vezes antes de apontar:

- Acredito que o que procura, esteja naquela direção e vai precisar de mim...

As palavras saem simples enquanto ela ainda aguarda.
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Artorius

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Masculino Número de Mensagens : 14
Data de inscrição : 31/07/2015

MensagemAssunto: Re: Toca - Deóris   Seg 14 Set - 8:38

Continuava na mesma distância da mulher e a analisava com cautela, a mesma era sabia e suas palavras pareciam enigmas procurando serem decifrados. Seus gestos simples e ponderados era interessante e chamativo, fazendo-o lembrar do passado. Talvez quem sabe tivesse por fim encontrado alguém ao qual poderia servir e passar longos períodos de boas conversas e experiências deste novo mundo.

“-Tudo pode perturbar, se você não souber o que pode encontrar.”

   Um pequeno sorriso sai inesperadamente, de fato as palavras sabias daquela mulher o cativava, lembrava as anciãs amazonas com seus discursos prolongados e repletos de experiências, dadiva da idade e de tudo o que já presenciou.

-Tens razão...

   A personalidade era agradável, distinta das furiosas guerreiras amazonas ao qual passou toda sua infância, o corpo aparentava ser frágil, mas com uma vasta experiência talvez nunca vivido antes por nenhuma criatura.

“- Eu poderia fazer a mesma pergunta, visto que está desacompanhado... O que procura num lugar como este e sozinho ?”

   Artorius ficou pensativo com a pergunta, não tinha esta resposta e muito menos o que estava fazendo naquele lugar, decidiu ficar calado. Na verdade nada naquele novo universo o fazia bem, não queria ter deixado as amazonas e estes novos conhecimentos o perturbava.

“- Acredito que o que procura, esteja naquela direção e vai precisar de mim...”

   Acompanhando as últimas palavras da misteriosa mulher vira-se para observar a direção que a mesma indicará tentando entender os enigmas atrás de suas palavras e o que o mundo o tinha reservado em sua nova jornada.
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Deoris

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Feminino Número de Mensagens : 5
Data de inscrição : 03/08/2015

MensagemAssunto: Re: Toca - Deóris   Seg 14 Set - 11:32

O silêncio prolongado era incomodo, e a memória do sangue ainda era uma preocupação, certamente esse homem estava aqui por causa do disso -? não estava? - afinal, qual motivo traria alguém da vila até aqui...

Deoris percebe que o estranho não havia se movido um centímetro desde que ela falara, estaria ele ferido de alguma forma?

- Não sinto o cheiro de sangue em você e nem sua respiração parece trazer dor; Mas foi por causa do sangue derramado na floresta, que você veio até aqui, não é verdade?

Ela começa a mover-se, usando o cajado para sondar o terreno a sua frente, caminhando para o norte, local que acreditava ser de onde o pequeno lagarto tinha vindo  com o sangue congelado nas patas e na barriga.

  - Acho que as “sempre verdes” estão a norte daqui, a um ou dois quilômetros, se minha memória não falha, quem foi ferido deve ter passado por lá ou próximo o suficiente para deixar as folhas que o vento carrega, manchadas de sangue pelo chão...

Deoris caminha a passos largos, e se embrenha entre as folhagens e árvores, deixando a voz como rastro.

 - Acho que agora vamos para outro tópico e precisamos do narrador, certo?-
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MensagemAssunto: Re: Toca - Deóris   

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